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sábado, 31 de março de 2012

"COMO FOI TRAÇADO O PLANO DE INVASÃO DAS FALKLANDS"

INTERESSANTE ARTIGO, RETIRADO DO BLOG PODER NAVAL, SOBRE A ESTRUTURAÇÃO DO PLANO DE INVASÃO DAS FALKLANDS PELOS ARGENTINOS. LEMBRANDO SEMPRE, QUE AS MALVINAS SÃO SUL AMERICANAS E "LAS MALVINAS SON ARGENTINAS"

JOSEMAR

LEIA O TEXTO:

Há trinta anos, Argentina ativava o Plano Goa


Guilherme Poggio
As linhas mestras do plano militar argentino para invadir as ilhas Falklands, que se consumou em 1982, foram traçadas ainda na década de sessenta por um jovem e ambicioso oficial da marinha argentina conhecido como Capitão Anaya. Inspirado e, ao mesmo tempo impressionado com a campanha da Índia em retomar os enclaves portugueses em seu subcontinente, Anaya deu ao plano o codinome Goa.

A inspiração que veio da Índia

De todas as antigas potências ultramarinas européias, Portugal uma das últimas a abandonar suas colônias, mostrando maior determinação em mantê-las sobre seus domínios. Dentre estas estavam Damão, Diu e Goa, que, jutas, formavam a Índia Portuguesa.
A partir de 1955, ondas de satyagrahis (grupos que lutavam pela libertação de Goa de forma pacífica) começaram a chegar a Goa vindos da Índia. Num primeiro momento, os indivíduos desses movimentos foram deportados para o seu país de origem pelas autoridades portuguesas. Com o passar do tempo, o movimento dos satyagrahis ganhou força e simpatia da população e do Governo indiano. Frente às invasões cada vez mais frequentes, os portugueses começaram a recorrer ao uso da força, inclusive causando muitas mortes.
A tensão aumentou quando o Governo da Índia rompeu relações com Portugal. Mas o “climax” foi atingido no segundo semestre de 1961. Nessa época, a campanha política para a sucessão do governo na Índia estava a todo vapor, pois faltavam menos de três meses para as eleições.
Em 16 de dezembro de 1961, duas brigadas da 17ª Divisão e a 50ª Brigada de Paraquedistas invadiram Goa, dando início ao plano Viajy. Em apenas 26 horas, o enclave português foi derrotado, assim como as outras colônias portuguesas de Diu e Damão. Junto, as três colônias contavam com cerca de 3.500 homens contra uma força de 30.000 soldados indianos.

Dentre as conclusões de Anaya estava a rápida ocupação da antiga colônia, impondo a opinião pública mundial um fato consumado. Não houve, após a tomada de Goa, uma forte resistência por parte de Portugal, mesmo porque este nem poderia agir de forma bélica contra a Índia.

Os antecedentes do Plano Goa

O slogan “Las Malvinas son argentinas” foi criado na década de 40, durante o governo de Peron e acabou sobrevivendo à derrubada do peronismo, tornando-se questão de honra nacional. Em dezembro de 1965, a Assembléia Geral da ONU reforçou a recomendação do Comitê de Descolonização, datada de setembro de 1964, sobre as negociações bilaterais em relação ao futuro das ilhas. A proposta foi aceita pelo Governo de Londres.
Por trás das negociações, estavam disputas comerciais de duas correntes opostas. Na primeira estava o crescimento do comércio ânglo-argentino e na segunda os empresários ingleses com interesses diretos nas ilhas (produção de lã principalmente) associados aos kelpers (habitantes das ilhas) que temiam a perda da cidadania britânica.
Se por um lado primeiro ministro inglês Harold Wilson tornava claro a posição de seu governo em 1968, dizendo que a soberania das ilhas era “inegociável”, por outro, o ministro das relações exteriores Lord Chalfont, propunha o estreitamento de laços com os argentinos. Essas duas abordagens mostravam bem a atitude dos ingleses de ganharem tempo.
Uma proposta ânlgo-argentina previa a criação de laços mais estreitos entre as ilhas e o continente, com a implementação de uma infra-estrutura melhor, como serviços de telefonia, correio, e ligação aérea e marítima. O resultado foi que o Tesouro Real se recusou a financiar os projetos de infra-estrutura. Desapertando mais dúvidas por parte dos argentinos da real intenção inglesa.
Em 1976, um relatório oficial britânico enfatizava a necessidade de investimentos a longo prazo, mencionando a possível exploração de petróleo em águas próximas as ilhas. Tal exploração realmente se materializou em janeiro de 1981, porém, por parte de companhia petrolífera argentina YPF sobre jazidas entre o seu litoral e as Falklands.

Mudanças Políticas em ambos os lados

Eleito em 1979, o Governo de Margaret Thatcher, buscava respostas para reduzir os gastos de forma generalizada. Nicolas Ridley, ministro das Relações Exteriores, tornava-se um dos defensores da tese de que, para o Reino Unido, garantir a defesa das ilhas a longo prazo era insustentável economicamente. No seu ponto de vista, novas negociações deveriam ser feitas com os argentinos.
As Forças Armadas britânicas já vinham passando por reduções em seu poderio desde a década de 1960, quando foram cancelados os projetos de novos porta-aviões convencionais. Para tapar essa lacuna, a Royal Navy inventou o “Harrier Carrier”, que, além de possuir capacidades mais modestas, ainda sofria de credibilidade por parte de todos por ser uma novidade tratada com certa desconfiança. Além disso, em 1981 decidiu-se pela retirada do navio quebra-gelos HMS Endurance do Atlântico Sul bem como uma redução da frota de superfície da RN como medidas de economia.
Elevada ao poder em dezembro de 1981, a nova junta militar argentina via nestes movimentos e pronunciamentos uma perda do interesse de Londres pelo Arquipélago. Encabeçada pelo general Leopoldo Galtieri, a junta estava disposta a resolver a questão das Malvinas.
Galtieri contava também com grande apoio do então recente governo Reagan (eleito em novembro de 1980), sendo visto por este como um dos líderes anticomunistas mais importantes da América Latina. Só que os métodos pelos quais os argentinos utilizavam na campanha guerrilheira, primavam pela falta de escrúpulos, com constantes desrespeitos aos direitos humanos e desaparecimentos de pelo menos 9.000 pessoas. Como se não bastasse a situação política, os militares no poder mostravam total incompetência em gerenciar a economia do país, com crescente desemprego, aumento da inflação e greves generalizadas.
O momento era ideal para a cartada da junta militar, levantar a bandeira das “Malvinas para os argentinos”, um verdadeiro pretexto para manipulações propagandísticas destinadas a assegurar um mínimo de apoio ao governo.


O Plano Goa seria executado, só faltava decidir quando!

Preparativos para a Invasão

Na opinião de Almirante-Chefe Anaya, mentor intelectual do Plano Goa e agora membro do triunvirato argentino, a data para o início da operação deveria esperar um pouco mais, uma vez que o programa de reaparelhamento da Marinha ainda não havia sido concluído. As corvetas A69 já haviam sido incorporadas em 1978, era esperada a chegada de pelo menos um contratorpedeiro MEKO 360 em 1982, e os submarinos TR-1700 estavam em construção na Europa. Na parte aérea, estava em fase final a entrega dos jatos Super Etendard armados com mísseis AM-39 Exocet. Mas a situação interna estava insustentável. O plano teria que ser executado o mais cedo possível.

O Plano Goa é ativado


Em março de 1982 houve um “ensaio” da invasão. Em decorrência de um contrato firmado entre um comerciante de sucata argentino chamado Constantino Davidoff e a empresa inglesa Cristian Salvesan ocorreram os primeiros movimentos do Plano Goa. A firma argentina havia sido contratada para desmontar um posto abandonado de pesca de baleia em Leith, na ilha Geórgia do Sul. Em 19 de março de 1982, os operários de Davidoff desembarcaram do navio Baía Buen Sucesso (foto superior) e hastearam a bandeira argentina na ilha, ignorando completamente as ordens das autoridades inglesas. A reação de Londres foi enviar, a partir de Port Sranley, o HMS Endurance, levando a bordo uma força de reais fuzileiros navais para a base de Grytviken, Geórgia do Sul. No dia 25, o navio Baía Buen Sucesso foi substituído pelo navio de pesquisa armado Baía Paraíso, que levava a bordo um desatacamento de fuzileiros navais argentinos dispostos a “proteger” os operários.
Com uma situação já instalada, a junta militar argentina decidiu ativar o Plano Goa em 26 de março de 1982. Nos dias seguintes deu-se a mobilização da frota. A corveta A69 Guerrico (P32) separou-se de frota e seguiu para a Geórgia do Sul, com o objetivo de prestar apoio aos Fuzileiros em Leith. Em 31 de março, a posição de Buenos Aires estava totalmente clara para os ingleses.
FOTO: R Burzaco
(*) Este texto foi originalmente escrito em novembro de 1998 para a antiga lista do Poder Naval


quinta-feira, 29 de março de 2012

A CIDADE DE "SÃO SALVADOR" DA "BAÍA DE TODOS OS SANTOS", COMPLETA NO DIA DE HOJE 463 ANOS DE HISTÓRIA, COM SEUS ASPECTOS DE IDENTIDADE DE POVO ESTILIZADO


A CAPITAL DA BAHIA, ANTES CONHECIDA COMO A CIDADE DA BAHIA OU EM TEMPOS MAIS PRETÉRITOS A CIDADE DE "SÃO SALVADOR DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, COMPLETA 463 ANOS DE HISTÓRIA, PONTUADA PELA DIGNIDADE DE SEU POVO,  DE SEUS SAVEIROS SINGRANDO O GRANDE GOLFO, DOS HERÓIS NEGROS QUE SE REBELARAM  CONTRA TIRANIA ESCRAVOCRATA E CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA.


BAIRRO DA BARRA, QUANDO O "OCEANIA" ERA O ÚNICO ARANHA CÉU DE SALVADOR - FINAL DA DÉCADA DE 40 E INÍCIO DE 50 DO SÉCULO XX
http://www.pierreverger.org/fpv/index.php?option=com_wrapper&Itemid=176


AS CERÂMICAS DO RECÔNCAVO NOS MERCADOS DE "SÃO SALVADOR" - 1946 - 1948
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CIDADE QUE COM SUA MAGIA, SUAS CORES, SUA ALEGRIA, SEUS AROMAS, SEU MISTICISMO, SUA SENSUALIDADE, CONQUISTOU ESTRANGEIROS QUE ESTARIAM APENAS DE PASSAGEM EM NOSSO PORTO, MAS SE RENDERAM A ESSA CIVILIZAÇÃO E SE TORNARAM MAIS BAIANOS QUE OS NASCIDOS AQUI, FALO DE "PIERRE VERGER", "CARIBÉ", "HANSEN BAHIA", DENTRE OUTROS,


FEIRA DE "ÁGUA DE MENINO" E SEUS SAVEIROS - FINAL DA DÉCADA DE 40 E INÍCIO DE 50 DO SÉCULO XX
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SAVEIRO DA BAHIA, NAVEGANDO AO LARGO DE SALVADOR - POR VOLTA DE 1946 - 1950
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FEIRA DE "ÁGUA DE MENINO" - IGREJA "ÓRFÃO DE SÃO JOAQUIM" NO SEGUNDO PLANO DA FOTO - 1946 - 1948
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POVO DA BAHIA - CAPOEIRISTAS NO ANTIGO MERCADO MODELO - ENTRE 1946 A INÍCIO DA DÉCADA DE 1950
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ESSA ERA MINHA CIDADE, DECIFRADA PELAS LINHAS MÁGICAS DE "MAR MORTO" E OS "VELHOS MARINHEIROS", POR "CUÍCA DE SANTO AMARO" E SEUS CORDÉIS, "MARIA DE SÃO PEDRO" COMANDANDO SEU RESTAURANTE NO ANTIGO "MERCADO MODELO".


A CIDADE DA BAHIA E SEU PORTO - 1946 - 1950
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POVO DA BAHIA - SUAS CRENÇASENTRE 1946 A INÍCIO DA DÉCADA DE 1950
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SOBRE A SALVADOR DE HOJE, TRAVESTIDA DE BANDEIRAS MÓRBIDAS DOS PARTIDOS POLÍTICOS, NÃO TENHO NADA A DECLINAR, UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE "MIL PALAVRAS". APENAS PERGUNTO: O QUE A CÂMERA DE PIERRE VERGER PODERIA CAPTAR DE MOMENTOS MÁGICOS EM NOSSA SALVADOR ATUAL, E SERÁ QUE ELE COMO FEZ EM 1946 TERIA MOTIVOS PARA ADOTAR NOSSA CIDADE COMO SUA CIDADE EM 2012? 

BAHIA - SALVADOR - SEU POVO - SUAS TRADIÇÕES -  SEU MISTICISMO -- QUEM TERÁ SIDO ELA? -  QUANDO NASCEU? QUANDO MORREU? QUAL TERÁ SIDO SEU NOME? COMO GOSTARIA DE TER ESSAS RESPOSTAS! FOTO TIRADA POR VOLTA DE 1946.
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RAMPA DO MERCADO, SEUS SAVEIROS E A IGREJA DA "CONCEIÇÃO DA PRAIA" -1946 -1948
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SALVADOR QUANDO AINDA POSSUÍA IDENTIDADE DE POVO - 1946 - 1948
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A "RAMPA DO MERCADO" , COALHADA DE SAVEIROS - A BAHIA AUTÊNTICA - POR VOLTA DO FINAL DA DÉCADA DE 40 SÉCULO XX
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 JOSEMAR

segunda-feira, 26 de março de 2012

ESCOLA DE VELA DO YACHT CLUBE DA BAHIA, UMA INICIATIVA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO DA NÁUTICA NO ESTADO



O YACHT CLUBE DA BAHIA, UMA DAS MAIS TRADICIONAIS INSTITUIÇÕES DE CARÁTER ESPORTIVO E SOCIAL DO ESTADO, VER ARTIGO NESTE BLOG, MARCA UM SIGNIFICATIVO PASSO EM RELAÇÃO À NÁUTICA COM  RETORNO A TODO VAPOR DA ESCOLA DE VELA.

VISÃO PANORÂMICA  DO YACHT CLUBE DA BAHIA
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


ÁREA DE GUARDA PARA VELEIROS MONOTIPOS - YCB
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

NÃO É DE MAIS FALAR SOBRE AS POTENCIALIDADES QUE O LITORAL DA BAHIA E SUAS BAÍAS PROPORCIONAM AO LAZER E ATIVIDADE ESPORTIVA LIGADA À NÁUTICA, VIRTUDES ESTAS QUE NÃO CONTAM COM PRATICAMENTE NENHUM APOIO GOVERNAMENTAL, A NÃO SER DE TEMPO EM TEMPO, COMO SE TIVESSEM DESCOBERTO A PÓLVORA, REALIZAM ALGUM SEMINÁRIO, PONTUADO DE DISCURSOS VAZIOS.

ESPERANDO A DESCIDA DA RAMPA PARA AULA PRÁTICA
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


É GRATIFICANTE E HONROSO OBSERVAR NOSSOS FILHOS PARTICIPANDO DE UM APRENDIZADO SECULAR, A ARTE DE NAVEGAR A VELA, ACOMPANHADOS E MONITORIZADOS POR UMA EQUIPE COMPETENTE E ATENCIOSA, QUE FORMA A GERÊNCIA DE VELA DO YCB.


BARCOS POSICIONADOS PARA IREM AO MAR
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


A CARGA HORÁRIA DO CURSO PARA OPTIMIST, NÍVEL 1, SE DIVIDE EM AULAS TEÓRICAS, ONDE OS ALUNOS APRENDEM CONCEITOS DE MARINHARIA, ESTRUTURA DO BARCO, REGIME DE VENTOS,ETC, DURANTE 3  MESES. QUANDO VÃO AO MAR APLICAM A TEORIA Á PRÁTICA.


DESCIDA DOS BARCOS, MARINHEIROS AUXILIANDO
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


BARCOS  NA ÁGUA
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


BARCO NA ÁGUA
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


PARA OPTIMIST NÍVEL, ONDE MEU FILHO DE 9 ANOS ESTÁ ATUANDO, O VALOR É DE: R$ 50,00 TAXA DE INSCRIÇÃO E R$ 100, 00 DE MENSALIDADES. O CLUBE RESERVA UM QUANTIDADE DE VAGAS PARA OS NÃO SÓCIOS.


BARCOS NA ÁGUA - BOTE DE APOIO COM PROFESSOR
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


PARA ADULTOS A ESCOLA DISPONIBILIZA A CLASSE "DINGUE", UM BARCO MAIOR, COM CAPACIDADE DE ATÉ 4 TRIPULANTES.

AS AULAS OCORREM AOS SÁBADO E DOMINGOS DE MARÇO/MAIO DE 2012, DAS 9 ÁS 12 HORAS, HÁ TURMAS PELA TARDE.

COLOCANDO  ABOLINA
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

BARCO DE APOIO COM INSTRUTORES
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


OS GANHOS EXISTENCIAIS PARA A CRIANÇA QUE ESTÁ NESSE CURSO NÃO SE RESUMEM SÓ A ARTE DE NAVEGAR, MAS AMPLIA SUA PERCEPÇÃO DE: RESPEITO PELA NATUREZA; CONFIANÇA EM SI MESMO; SUA CAPACIDADE DE SOCIALIZAR-SE  EM GRUPO; TRABALHAR EM EQUIPE; DISCIPLINA E ORGANIZAÇÃO.


GUARDA VIDA E PARA MÉDICO "PAULO" SEMPRE ATENTO
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


RETORNANDO, A REBOQUE, DA AULA PRÁTICA
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


TENHO CERTEZA QUE A ESCOLA DE VELA YCB, SE CONSTITUIRÁ EM UMA PLATAFORMA DE EXCELÊNCIA PARA A FORMAÇÃO, NÃO SÓ DE VELEJADORES DE REGATAS MAS TAMBÉM EM POVOAR A BAÍA DE TODOS OS SANTOS DE BARCOS DE LAZER TRIPULADOS POR "MARUJOS" QUE ZELEM POR SUA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E PRESERVAÇÃO DE SEUS VETORES HISTÓRICOS E ARQUEOLÓGICOS.


ANCORADOURO YCB
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


MAS NEM TODO O CENÁRIO NA BAHIA SE RESUME A NAVEGAR COM  VENTO EM POPA, DO MESMO MODO QUE O YCB REFLETE AÇÕES POSITIVAS EM RELAÇÃO A NÁUTICA, VEJO UMA CLARA AUSÊNCIA DO ESTADO EM PONTUAR AÇÕES ESTRUTURANTE PARA DINAMIZAR  ESSE SETOR, COM GANHOS EM RENDA, EMPREGO, TRIBUTO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E SOCIAL.


ESPERANDO A DESCIDA DO BARCO - OUTRA AULA
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


DIALETIZAR SOBRE AS VANTAGENS COMPARATIVAS E COMPETITIVAS DO MAR DA BAHIA E SEU GOLFO DE "TODOS OS SANTOS", SE TORNA MÓRBIDO, O QUE SE QUER É QUE O GOVERNO DO ESTADO ATRAVÉS DE SUAS TANTAS SECRETARIAS LIGADAS DIRETAMENTE E INDIRETAMENTE A ÁREA TOME ATITUDES RESPONSÁVEIS E PRAGMÁTICAS PARA POTENCIALIZAR TUDO ISSO.

HÁ ÉPOCA DO "CENTRO NÁUTICO DA BAHIA", HOJE EXTINTO, FUNCIONAVA UM PROJETO DE INCLUSÃO NO MUNDO NÁUTICO DE CRIANÇAS CARENTES OU QUE ESTUDASSEM EM ESCOLA PÚBLICA E QUE TIVESSEM APROVEITAMENTO ESCOLAR SATISFATÓRIO, SE TORNANDO APRENDIZ EM DIVERSOS CAMPOS DA NÁUTICA, DESDE DE MARINHARIA A CORRER REGATAS.

MUITOS MENINOS QUE DIFICILMENTE TERIAM A OPORTUNIDADE DE SUBIR A BORDO DE UM "OPTIMIST", SE TORNARAM EXCELENTES VELEJADORES DA CLASSE COMPETINDO EM DIVERSAS REGATAS LOCAIS E  FORA DOS NOSSOS MARES.

HOUVE ATÉ UM CONVÊNIO COM UMA INSTITUIÇÃO FRANCESA, VISANDO A TRANFERÊNCIA DE TECNOLOGIA E CONHECIMENTO DO MUNDO NÁUTICO PARA A BAHIA. DIGA-SE DE PASSAGEM A FRANÇA É UM PAÍS DE EXCELÊNCIA NESSE SETOR PRINCIPALMETE EM VELEIROS. NA DÉCADA DE 60 DO SÉCULO PASSADO O GOVERNO FRANCÊS CONSTRUIU DIVERSAS MARINAS EM SEU LITORAL, O QUE FEZ A POPULAÇÃO SE VOLTAR AO LAZER NÁUTICO.

O GOVERNO DO ESTADO DEVERIA MANTER ESTUDO PARA EDIFICAR UMA ESCOLA, QUE ALÉM DO APRENDIZADO ACADÊMICO, TIVESSE EM SUA ESTRUTURA CURRICULAR MATÉRIAS VOLTADAS AO UNIVERSO NÁUTICO, TANTO A NÍVEL DE PRÁTICA DE ESPORTE, COMO ENSINO PROFISSIONALIZANTE RELACIONADO A: CONSTRUÇÃO NAVAL EM FIBRA, MADEIRA, ALUMÍNIO, AÇO, CIMENTO, ETC; MÁQUINAS; FERRAGENS; NAVEGAÇÃO; AUXILIAR, NÍVEL MÉDIO EM BIOLOGIA MARINHA E OCEONOGRAFIA.

ESSA UNIDADE PODE SER ERGUIDA NA "ENSEADA DOS TAINHEIROS", BAIRRO DO "LOBATO", PELAS VANTAGENS DE FÁCIL ACESSO AO MAR, TRADIÇÃO MARÍTIMA ENTRE SEUS MORADORES.


VELEIROS NO SECO
FOTO -JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


NESTE BLOG, NO MARCADOR MONOGRAFIA, O VISITANTE ENCONTRARÁ TRECHOS DE TRABALHO MONOGRÁFICO, ELABORADORADO POR MIM E A COLEGA "MARGARIDA SZABÓ", EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE NÁUTICA DE LAZER NA "BAÍA DE TODOS OS SANTOS".

AO COMODORO, SUA DIRETORIA, O CONSELHO DELIBERATIVO, A GERÊNCIA DE VELA E SUA EQUIPE, OS MARINHEIROS E SALVA VIDAS, A TODO O YCB, PARABÉNS E QUE ESSA INICIATIVA SIRVA DE NORTE PARA QUE OUTROS CLUBES E INSTITUIÇÕES FAÇAM O MESMO. NO PAÍS, COM EXCESSÕES, É BEM MAIS FÁCIL E CONVENIENTE SEGUIR MAUS EXEMPLOS DO QUE OS BONS, É UMA QUESTÃO ESTATÍSTICA, OS PRIMEIROS SÃO INFINITAMENTE MAIORES.

SITE YACHT CLUBE DA BAHIA: http://icb.com.br/

VEJAM OS LINKS:             http://www.youtube.com/watch?v=8YZf7fM4Qqw&feature=relmfu
                                    http://www.youtube.com/watch?v=cIi5NHpsYi8&feature=relmfu
                                    http://www.youtube.com/watch?v=MF4MlWUQsBU&feature=relmfu
                                    http://www.youtube.com/watch?v=lqlDnkwNRTI&feature=youtu.be
                                    http://www.youtube.com/watch?v=fgy_a5p7kGY
                                    http://www.youtube.com/watch?v=1gORJAPtw5g

 ATÉ A PRÓXIMA


JOSEMAR

sexta-feira, 23 de março de 2012

CABOTAGEM SE CONSOLIDA NO CENÁRIO LOGÍSTICO DO PAÍS

NO NOSSO PAÍS ONDE É COMPLICADO ENCONTRAR ALGO QUE NÃO GERE ANACRONISMO, FICAMOS SATISFEITO COM O ARTIGO ABAIXO, RETIRADO DO SITE "PODER NAVAL", ONDE SE RATIFICA A ECONOMIA DE TRANSPORTE DA NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM EM RELAÇÃO AO  RODOVIÁRIO.

O QUE DEVEMOS FICAR EM ALERTA É COM A CAPACIDADE DOS PORTOS BAIANOS ATENDEREM COM EFICIÊNCIA ESSA NOVA DEMANDA LOGÍSTICA, QUE SE CONSOLIDA NO CENÁRIO NACIONAL.

OUTRO DETALHE ESTRATÉGICO É A CONSTRUÇÃO IMEDIATA DO SEGUNDO TERMINAL DE CONTÊINER DO PORTO DE SALVADOR, PROJETO MAIS PRIORITÁRIO DO QUE O PORTO QUE SE PRETENDE CONSTRUIR NO SUL DA BAHIA, DENOMINADO "PORTO SUL".

MESMO O TECON, ESTANDO EQUIPADO PARA ATENDER A DEMANDA ATUAL DE CARGA CONTEINERIZADA NA BAHIA, EM VIRTUDE DA INCORPORAÇÃO DE ÁREAS, EQUIPAMENTOS E DRAGAGEM DOS BERÇOS, É INTELIGENTE PREPARARMOS O PORTO DE SALVADOR PARA NOVOS PASSOS, E NÃO ESPERARMOS A DEMANDA SURGIR PARA NOS PREPARARMOS.

ATÉ A PRÓXIMA

 JOSEMAR

  

 Consumo troca caminhão por cabotagem

N/M Log-In Santos

Navegar é preciso. Fabricantes de bens de consumo como eletroeletrônicos, alimentos e bebidas, higiene e transporte estão dando um novo sentido ao poema de Fernando Pessoa. LG Electronics, Unilever e Caloi fazem parte do grupo de companhias que vêm ampliando o uso da cabotagem, a navegação na costa brasileira, como alternativa ao caminhão, para fazer a distribuição de produtos entre diferentes regiões do país.

Custo de frete cerca de 25% menor, em média, do que o modal rodoviário, integridade da carga e redução das emissões de gás carbônico estão entre as vantagens de se usar o barco. Mas o caminhão continua a ser mais rápido e flexível, na coleta da carga, do que o navio.

A LG Electronics aposta na cabotagem por considerar o modal mais seguro e competitivo, em preço, do que o transporte rodoviário, diz Emanuela Almeida, gerente de logística da LG. A empresa transporta, em barcos, na rota Manaus-São Paulo, 90% de sua linha de áudio e vídeo, como tevês de LCD e LED e aparelhos de DVD, além de ar-condicionado.

A operação inclui a transferência de produtos da fábrica de Manaus para os centros de distribuição em Pernambuco e São Paulo.

A LG também contrata serviços de empresas de navegação como Log-In e Aliança para entregar a grandes clientes como Casas Bahia, Fast Shop e Ponto Frio.

Fonte do setor disse que um frete de caminhão, carregado com eletroeletrônicos entre Manaus e São Paulo, fica em R$ 90 por metro cúbico. Na cabotagem, no mesmo trecho, o preço é de R$ 76 por metro cúbico, uma redução de 15%.

Mas a diferença de preço pode chegar a 40% dependendo do volume e da relação com o cliente, diz Fábio Siccherino, diretor comercial da Log-In, que opera com cinco navios na cabotagem.

A concorrência entre as empresas de navegação aumenta no setor, que é liderado pela Aliança Navegação e Logística. A empresa tem dois serviços de cabotagem, cada um com quatro navios.

A Unilever, uma das empresas que mais movimentam produtos de consumo no Brasil, incorporou o uso de barcos pela costa brasileira como forma de cortar a emissão de gases de efeito estufa. A iniciativa se insere no plano global de sustentabilidade da companhia, que tem como meta reduzir as emissões de CO2 em até 40% até 2020. “A cabotagem emite 90% menos CO2 do que o modal rodoviário”, diz Fernando Ferreira, diretor de qualidade e sustentabilidade da cadeia de suprimento da Unilever.

A empresa utiliza a cabotagem para fazer o transporte entre seus centros de distribuição e os clientes, mas também estuda valer-se de barcos entre as fábricas e os centros de distribuição.

O caminhão ainda responde por 97% de todo o transporte da Unilever e, embora a participação da cabotagem seja de apenas 3%, a tendência é de crescimento. A principal rota para barcos usada pela empresa é a de São Paulo para o Nordeste.

Caetano Ferraiolo, diretor de operações da Caloi, disse que a empresa usa navios sempre que a data de entrega das bicicletas permite. Hoje o modal representa 35% das entregas da Caloi, percentual que, em 2010, era de 10%. Preço e integridade do material contam na escolha da empresa que, no primeiro semestre transporta, em média, via barcos, 30 a 40 contêineres cheios de bicicletas por mês. No segundo semestre, o número aumenta para 100 contêineres por mês.

Entre os usuários, há consenso de que os problemas de infraestrutura nos portos ainda são uma barreira para um maior crescimento da cabotagem. A indústria de consumo costuma ter exigências para atender aos clientes em prazos curtos.

“O varejo trabalha com estoque baixo, daí a importância da pontualidade. Não ser pontual pode significar perda de espaço nas gôndolas”, diz Ferreira, da Unilever. O problema tende a ser menor nas redes de varejo e no atacado, que oferecem margem maior aos fabricantes na entrega das mercadorias.

FONTE: Valor Econômico/Por Francisco Góes | Do Rio, via Portos e Navios / FOTO: Bruno Pricoli
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Read more: http://www.naval.com.br/blog/2012/03/23/consumo-troca-caminhao-por-cabotagem/#ixzz1pzHcBKSk

segunda-feira, 19 de março de 2012

PORQUE O GOVERNO DA BAHIA NÃO ACATOU, ATÉ O MOMENTO, A DECISÃO DA JUSTIÇA DE ACABAR COM A EXCLUSIVIDADE DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO, CEDIDA AO BANCO DO BRASIL AO ARREPIO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL?


QUE PAÍS É ESSE! O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA BAHIA QUEBROU POR 27 VOTOS CONTRA 1 EM 25 DE MAIO DE 2011, A ESPÚRIA EXCLUSIVIDADE CONCEDIDA AO BANCO DO BRASIL PELO GOVERNO DO ESTADO, FERINDO DIVERSOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA ORDEM ECONÔMICA, CONCESSÃO QUE NEM NO TEMPO DA DITADURA MILITAR OS GENERAIS TERIAM A CORAGEM DE EXECUTAR.

ESSE ATO ABOMINÁVEL, REPRESENTOU UMA AJUDA INDIRETA A UM BANCO QUE TALVEZ NÃO TIVESSE A COMPETÊNCIA DE ANDAR COM OS PÉS DA EFICIÊNCIA EMPRESARIAL, PRECISANDO DA MULETA DA RESERVA DE MERCADO, QUE É ESSA EXCLUSIVIDADE ABSURDA E TIRÂNICA, PREJUDICANDO MILHARES DE SERVIDORES PÚBLICOS E EMPREGADOS DE PEQUENAS FINANCEIRAS ALÉM DOS DEMAIS BANCOS QUE PERDERAM MERCADO NESSE CENÁRIO.

O MAIS ESTRANHO DISSO TUDO SE REVELA QUANDO MEDIDAS COERCITIVAS NÃO FORAM TOMADAS CONTRA O GOVERNO DA BAHIA, POR PARTE DO TJB, MINISTÉRIO PÚBLICO, CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO E ADVOGADOS DAS ENTIDADES QUE ENTRARAM COM MANDADOS DE SEGURANÇA CONTRA ESSA INFÂMIA. 

NO BRASIL O SILÊNCIO DIANTE DE AUSÊNCIA DE TOMADAS DE DECISÕES E RESPONSABILIZAÇÕES PODE SIGNIFICAR MUITAS INTERROGAÇÕES.

O QUE CLAMAMOS COMO CIDADÃOS CONSCIENTES É QUE O GOVERNADOR DA BAHIA AJA DE FORMA DEMOCRÁTICA, EM RESPEITO AO ESTADO DE DIREITO, ORDENANDO, COM CELERIDADE, AOS SEUS AUXILIARES COLOCAREM EM SUA MESA PARA SER CHANCELADO E PUBLICADO, A MINUTA DO DECRETO ABRINDO O MERCADO DE CONSIGNADO ÀS DEMAIS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO ESTADO.

A JUSTIÇA, QUE ZELE, EXEMPLARMENTE, PELO CUMPRIMENTO DE SUAS DECISÕES SOBERANAS. TUDO ISTO, ACABANDO COM A ANGÚSTIA DE MILHARES DE INTERESSADOS NESSE PLEITO.

E EM ÚLTIMA ANÁLISE, APURAR A RESPONSABILIDADE DAQUELES, EM DEVER DO CARGO, PROCURARAM PROTEGER O BANCO DO BRASIL, QUE VIVE NABABESCAMENTE AMPARADO PELA MAIOR TAXA DE JUROS DO PLANETA, COBRANDO SERVIÇOS BANCÁRIOS DE FORMA EXTORSIVAS E PRESTANDO ATENDIMENTO INDIGNO, QUANDO COMPARADO A BANCOS EUROPEUS E AMERICANOS, TUDO ISSO PREJUDICANDO PROFUNDAMENTE SERVIDORES DO EXECUTIVO DESPROTEGIDO CONTRA SANHA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL. 

UM POUCO DE SENSIBILIDADE É UMA VIRTUDE GRANDIOSA PARA UM HOMEM PÚBLICO. ACREDITAMOS NA ATITUDE DO GOVERNADOR JAQUES WAGNER EM RESOLVER ESSA DEMANDA E NO FUNCIONAMENTO EXEMPLAR DAS INSTITUIÇÕES QUE ORA CITAMOS, EM SEUS DEVERES FISCALIZATÓRIO E DE CONTROLE. O CIDADÃO RECOLHE SEU IMPOSTO PARA RECEBER DO ESTADO CONTRA PARTIDA DE SERVIÇOS DECENTES E NÃO "PÃO E CIRCO".

"A INJUSTIÇA NUM LUGAR QUALQUER É UMA AMEAÇA A JUSTIÇA EM TODO LUGAR"  -  MARTIN LUTHER KING


SAUDAÇÕES A TODO.


JOSEMAR


VEJA O LINK:



quinta-feira, 15 de março de 2012

PARTICIPE DA SEMANA DO SAVEIRO - DE 15/03/12 ATÉ 22/03/12 - SALVADOR - BAHIA


A PARTIR DESTA QUINTA FEIRA DIA 15/03/12 ATÉ 22/03/12 ACONTECERÁ EM SALVADOR A 4ª SEMANA DO SAVEIRO, ORGANIZADA PELA ASSOCIAÇÃO "VIVA SAVEIRO" COM PATROCÍNIO DA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA.


SAVEIROS VELA DE PENA - REGATA JOÃO DAS BOTAS JANEIRO/12
 FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS -JANEIRO/12


PARTICIPE, LEVE SEUS FAMILIARES. OS SAVEIROS DA BAHIA CONTRIBUÍRAM DE FORMA INTENSA NA ESTRUTURAÇÃO DO LEGADO SOCIAL E CULTURAL DO POVO BAIANO, TRANSPORTANDO DURANTE SÉCULOS CARGAS E PESSOAS ENTRE O RECÔNCAVO, LITORAL BAIANO E SUA METRÓPOLE  A CIDADE DE "SÃO SALVADOR" DA "BAÍA DE TODOS OS SANTOS".


SAVEIROS VELA DE IÇAR - REGATA JOÃO DAS BOTAS - JANEIRO DE 2012
 FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS -JANEIRO/12


NESTE BLOG, VOCÊ ENCONTRARÁ ALGUMAS MATÉRIAS REFERENTES AOS SAVEIROS E EMBARCAÇÕES CLÁSSICAS DA BAHIA.


ESCUNAS DA BAHIA - DERIVADAS DOS SAVEIROS - EM "PONTA DE NOSSA SENHORA"
FOTOS: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


VEJA NOS LINKS, A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO EVENTO:

http://semanadosaveiro.blogspot.com/
http://www.vivasaveiro.org/site/
http://www.facebook.com/VivaSaveiro

JOSEMAR

quarta-feira, 14 de março de 2012

YACHT CLUBE DA BAHIA - YCB - UM CHARMOSO CLUBE COM EFICIENTE ESTRUTURA NÁUTICA E SOCIAL



O YACHT CLUB DA BAHIA TEVE SUA HISTÓRIA INICIADA EM 1935, CRIADA POR UM GRUPO DE HOMENS AFICIONADO PELO MAR E EMBARCAÇÕES. NO INÍCIO A IDÉIA ERA CONSTRUIR EMBARCAÇÕES LAZER, EM PARTICULAR VELEIROS OLÍMPICOS.  COM O PASSAR DO TEMPO SURGIU NOVAS ESTRUTURAS PARA ATENDER A PARTE SOCIAL, A EXEMPLO DE PISCINA E SEDE.

PERSPECTIVA DA SEDE DO YCB
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

 PERSPECTIVA DA SEDE DO YCB
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


ÁREA DE LAZER - BAR E RESTAURANTE
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


O LOCAL ONDE ESTÁ LOCALIZADO O YCB FUNCIONAVA NA DÉCADA DE 30 DO SÉCULO XX UMA FÁBRICA DE XALES. O CLUBE FICA AO PÉ DA LADEIRA DA BARRA, ONDE O ACESSO É REALIZADO POR UM TELEFÉRICO E MAIS RECENTEMENTE POR UM ELEVADOR. ATRAVÉS DE UMA ENTRADA CONTÍGUA AO FORTE DE “SÃO DIOGO” NA PRAIA DO PORTO DA BARRA, PODE-SE CHEGAR DE CARRO À DEPENDÊNCIA DO CLUBE.

 PERSPECTIVA DA SEDE DO YCB
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

ACESSO AO YCB PELA PRAIA DO PORTO DA BARRA
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


O YACHT CONTA COM UM RESTAURANTE CONCEITUADO, SALÃO DE CONVENÇÃO, ACADEMIA DE GINÁSTICA, BARES, PISCINA, LOJAS DE SOUVENIR.


PRATICANTES DE "STAND UP PADDLE" PASSAM PELO ANCORADOURO DO YCB
 FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


PRATICANTES DE "STAND UP PADDLE" PASSAM PELO ANCORADOURO DO YCB
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

EM RELAÇÃO A ESTRUTURA NÁUTICA TEM PÁTIO DE BOAS DIMENSÕES E COBERTO PARA DOCAGEM DE EMBARCAÇÕES. DUAS RAMPAS DE ACESSO AO MAR, UMA PARA VELEIROS E OUTRA PARA EMBARCAÇÕES A MOTOR. UM PIER PARA EMBARQUE E DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS E CONDUTORES.

PÁTIO DE EMBARCAÇÕES A MOTOR
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


PÁTIO DE EMBARCAÇÕES A MOTOR 
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


O FUNDEIO É REALIZADO EM POITAS AO LARGO DO CLUBE, COM EXCELENTE PROFUNDIDADE, INCLUSIVE PARA GRANDES IATES. NÃO EXISTEM PIERS PARA ATRACAÇÃO E QUEBRAR MAR, CONSTITUINDO UM INCONVENIENTE EM ALGUNS QUADRANTES DE VENTOS, PRINCIPALMENTE  S E SE, O FUNDEIO TORNA-SE PERIGOSO.


ÁREA DE FUNDEIO
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

RAMPA DE ACESSO PARA EMBARCAÇÕES A MOTOR
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12
 

FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

RAMPA DE ACESSO PARA EMBARCAÇÕES À VELA - AS ESTRUTURAS A DIREITA SÃO QUEBRA ONDAS COLOCADAS EM MARÉS GRANDES. NESSAS MARÉS O MAR ALCANÇA O PÁTIO. TAMBÉM A DIREITA UM VELEIRO "SKIPER 21" QUE FORMA A FLOTILHA DE VELEIROS DE OCEANO DO YCB
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

ESTALEIRO
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12

O CLUBE SE DESTACA NACIONALMENTE NOS ESPORTES NÁUTICOS, SAINDO DO SEU QUADRO INÚMEROS CAMPEÕES EM NATAÇÃO E IATISMO. MANTÉM UMA ORGANIZADA ESCOLA DE VELA. OUTRO DESTAQUE É A QUANTIDADE DE COLABORADORES QUE ATUAM NO YCB MAIS OU MENOS 370.

CRIANÇAS NA ESCOLA DE VELA DO YCB - BARCO OPTIMIST
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


PÁTIO DE EMBARCAÇÕES À VELA
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


PÁTIO DE EMBARCAÇÕES À VELA
FOTO: JOSEMAR SOUZA SANTOS - MARÇO/12


UM CLUBE EXCEPCIONALMENTE LOCALIZADO, ESTRUTURA SOCIAL E NÁUTICA COMPLETA, BEM ORGANIZADO ADMINISTRATIVAMENTE E OPERACIONALMENTE.


JOSEMAR